segunda-feira, 16 de abril de 2012

Os 3 erros mais comuns das empresas em Mídias Sociais

No cenário atual, apenas ter um perfil no Facebook ou twitter não é o suficiente. Conheça abaixo os 3 erros mais comuns cometidos pelas empresas:

1) Falta de conteúdo atualizado (tanto em mídias sociais quanto sites)
Mecanismos de pesquisa priorizam sites que possuem conteúdo minimamente atual e relevante. Isso significa que um site, blog ou perfil parado há meses ou anos vai receber cada vez menos destaque.Dica: periodicidade é fundamental!

2) Eu desisto!
Isso é super comum. Algumas empresas atualizam por algumas semanas outras por até alguns meses e, aos poucos, vão diminuindo o ritmo até parar. Isso é um sinal de que não havia estratégia e objetivo claros. Dica: coloque uma meta de retorno (exemplos: contatos no site, downloads de um determinado arquivo, etc.)

3) Não responder
O nome mídia social ou rede social não é por acaso. Implica em diálogo (aliás, é a única coisa que realmente importa nas redes sociais), interação real entre duas ou mais pessoas. Responder é a base de tudo. Algumas empresas já devem ter visto a ira de alguns consumidores que não são atendidos, não é mesmo?
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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Site ou Mídias Sociais: o que é melhor para minha empresa?

Saiba como aproveitar o melhor dos dois mundos e agregar valor a sua marca

Tenho ouvido com muita frequência as seguintes frases: “Mas por que preciso estar nas mídias sociais se eu já tenho um site?” ou “Eu já tenho Twitter e Facebook, não preciso de site”.

redessociais Site e mídias sociais, onde eu preciso estar?

É interessante ver que essas perguntas não partem só da chamada “geração X”, mas também de pessoas da “geração Y”, o que, para muitos, pode soar como um escândalo. Mas, é comum achar pessoas substituindo o site por mídias sociais ou vice-versa. E essa mesma dúvida se aplica aos blogs.

Poucas pessoas devem saber, mas o conceito de mídias sociais precede até mesmo o surgimento da internet. Isso mesmo, elas já eram utilizadas, mesmo que adotando outros nomes.  Em resumo, o conceito de mídia social trata a produção de conteúdo de forma descentralizada, onde muitos produzem para muitos. As mídias sociais surgiram para dar “poder” a maioria, que se via como minoria por não poder expressar sua opinião diante dos poucos formadores de opinião que existiam.
      Com as mídias sociais, e alguns minutos, qualquer pessoa é capaz de criar um blog, Twitter, Facebook, entre outras ferramentas, e sair por aí escrevendo sobre assuntos dos quais possui afinidade.

Mídias Sociais vs Site
Justamente nesse ponto está o grande diferencial de um site para as mídias sociais. No site existe um compromisso com determinado público, seja fornecedor, cliente ou até mesmo parceiro, coisa que nas mídias sociais podem ser deixadas de lado. Pois nessas ferramentas você tem a oportunidade se aproximar do cliente, falando a mesma linguagem dele, e dando abertura para que ele se sinta acolhido.

Redes Sociais
Nas redes sociais, a marca tem a oportunidade de comunicar-se com seu público, e, em contra partida, receber o feedback. Em virtude da praticidade e da rapidez, essa opção acaba se tornando a mais adotada entre as empresas na hora de mensurar a aceitação de determinado produto ou criar engajamento com a marca.
      As redes sociais são ferramentas de auxílio a marca, e devem ser utilizadas, em parceria com o site. Elas são excelentes canais de promoção do conteúdo produzido, e também um meio de gerar tráfego para seu site.

Conclusão 
Não há como escolher entre site e mídias sociais. Qualquer empresa que deseja colocar sua imagem na internet precisa ir de encontro ao seu público e, atualmente, as mídias sociais concentram grande parte da população que detém o poder econômico da sociedade.
      É preciso então estudar as possibilidades, assim como o conceito de cada mídia social, identificando assim quais vão de encontro a sua necessidade. Pois mais do que estar em todas elas, é estar bem posicionado nas principais.

Extraído de MídiaSocial.net

terça-feira, 3 de abril de 2012

O E-mail marketing em 2012

Embalado pelo potencial dos aplicativos móveis e pela mídia social, o e-mail marketing permanece, em 2012, como uma ferramenta privilegiada de comunicação e relacionamento. No entanto, em uma época de hiperconectividade, em que a atenção do consumidor é bombardeada por estímulos múltiplos, o tempo se transformou em artigo de luxo.

O sucesso das campanhas de e-mail marketing exigirá muito critério e disposição para inovar. O novo ano começa com importantes desafios para as ações digitais, como Qualidade da base de dados, Maiores índices de conversão e Onipresença.

 

Qualidade da base de dados
O uso de uma base de dados higienizada, opt-in e em concordância com as boas práticas de e-mail marketing é uma questão antiga que permanece atual como nunca no Brasil. A prática de spam segue em alta por aqui e integramos, ao lado da China e da Rússia, a trinca dos campeões de fraudes nos e-mails. O uso de bases de dados inconsistentes irrita os consumidores, prejudica a credibilidade dos remetentes e compromete os resultados das ações de e-mail marketing. Embora o Brasil tenha evoluído e obtido vitórias importantes, como o Código de Autorregulamentação das Boas Práticas de E-mail Marketing, a conscientização sobre os efeitos deletérios das bases de má qualidade precisa continuar em 2012. Ainda temos muito campo para avançar.

Maiores índices de conversão
Só o mailing certo não basta. Além da base de contatos higienizada e do timing correto, cabe às marcas saber utilizar as ações de e-mail marketing para conhecer melhor o cliente, encantá-lo e, assim, convencê-lo a adquirir o seu produto e serviço, de preferência com boas recomendações. Para ir além dos índices de clique e abertura, aproveite o e-mail marketing para literalmente “mergulhar” no universo dos consumidores, aumentar o seu poder de influência na web e, consequentemente, aumentar o índice de conversão de suas ações de e-mail marketing.

Onipresença
Com o bombardeio diário de estímulos que não pára de aumentar, o tempo tornou-se o bem mais disputado por marcas e organizações. No hiperconcorrido universo da web, ganha quem conseguir prender a atenção dos consumidores. Reveja os conceitos do passado. Se antigamente o apego emocional funcionava para cativar novos clientes e fidelizados, hoje o cenário mudou, e muito. Com a diversidade dos canais de comunicação, é necessário estar onde o consumidor está – ele não tem mais tempo para ir atrás de suas marcas preferidas.

Portanto, não adote uma postura passiva. Aproveite o potencial de interação do e-mail marketing e não se restrinja ao trivial. Prepare ações de e-mail marketing especiais para aplicativos móveis, replique as mensagens do Twitter, no Facebook e em outras redes sociais. Quanto mais sua empresa se fizer presente, maiores são as chances de obter bons resultados.



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segunda-feira, 26 de março de 2012

Blog corporativo, uma excelente ferramenta para sua empresa

Não basta mais estar presente nas mídias sociais, é preciso produzir conteúdo de qualidade
Existe uma pequena falha no conceito, principalmente de pequenas e médias empresas, de que um blog corporativo seja um desperdício de tempo e de recursos.
Fotolia 9218261 S Blog corporativo, uma excelente ferramenta para sua empresa
Mas a realidade é que os blogs são uma grande ferramenta de interação, seja com seus usuários ou clientes. Quando utilizado de forma eficaz, um blog ativo e com conteúdo útil pode atrair um grande número de clientes potenciais. Capaz até mesmo de ser mais eficaz do que ações de marketing direto e práticas tradicionais de publicidade.
Segundo pesquisa da Hubspot, 57% das empresas, que estão inseridas no contexto de blogs, adquirem um cliente através desa ferramenta a cada dia. Entre os principais benefícios de um blog corporativo, podemos destacar:
Propriedade e autoridade no segmento
Neste ponto você pode utilizar seu blog para educar seus clientes quanto o uso de produtos ou dicas sobre serviços, demonstrando assim, efetivamente, seu domínio e autoridade perante aos leitores. Fazendo essa educação, você estará prestando um serviço gratuito, que pode gerar serviços geradores de receitas para os mesmos clientes, e até para si mesmo.
Facilidade na comunicação bidirecional
É uma excelente maneira de ouvir seus clientes e ter um feedback mais preciso dos seus serviços e produtos oferecidos. Isso é algo novo na realidade de algumas empresas, pois o site, muitas vezes, se trata de um canal de comunicação unilateral, dificultando a comunicação entre empresa e cliente. Além disso, pode tomar conhecimento, mais facilmente, de problemas, sugestões e elogios por parte dos clientes.
SEO: Search Engine Optimization avançado 
Blogs corporativos podem ter um grande impacto no seu SEO. Além disso, ele também tem o potencial para direcionar o tráfego de outros blogs, sites, feeds RSS e redes sociais. Desta forma, o blog tornou-se mais do que uma necessidade para indivíduos e empresas, passando a fazer parte integrante de uma boa estratégia de SEO. 
Coletivamente, então, há muitos benefícios para  os blogs de negócios:
  • O blog melhora sua posição no Google e outros motores de busca.
  • Ajuda a estabelecer a sua autoridade e reputação em seu nicho.
  • Recebe toneladas de tráfego que você pode ter como alvo para seus produtos ou redirecionar para o seu site.
  • Excelente forma de construir a sua lista de e-mail com leitores assíduos que assinam seu canal e, através disso alimentar sua newsletter.
Em resumo, se você não está blogando, comece agora. Atualmente, não é suficiente apenas ter um blog, é preciso estar presente de forma regular, postando conteúdo de qualidade e interagindo com os usuários.
Se sua empresa ainda não tem um blog corporativo, comece com os melhores profissionais. A WB3 Agência oferece serviços de gestão de conteúdo, acesse www.wb3agencia.com.br e agende uma visita.

terça-feira, 20 de março de 2012

Google vai penalizar sites com SEO em excesso

Atualmente, é muito comum a prática de SEO pelas empresas, que são estratégias de otimização para motores de buscas. Ou seja: são estratégias para aparecer melhor nas buscas de sites de busca como o Google. Isso inclui troca de links, uso de várias palavras-chave na mesma página, entre outros. 

Mas existem sites que abusam tanto do SEO que isso se torna ilícito e abusivo, fazendo com que sites de conteúdo duvidoso apareçam melhor nas buscas do que sites com conteúdo útil. Isso incomoda os usuários, que acabam tendo que procurar por várias páginas do Google até que encontrem o que realmente estão procurando. 

Pensando nisso, o Google vai passar a penalizar os sites com práticas de SEO abusiva. O engenheiro do Google, Matt Cutts, revelou durante uma apresentação na SXSW que estão trabalhando em uma mudança no algoritmo de busca pra tornar os resultados mais precisos para os usuários. Essa alteração vai penalizar automaticamente os sites muito otimizados.

"Mas eu nem faço SEO no meu site!" você deve estar pensando. Ou então, "Eu uso algumas estratégias como troca de links, mas não tenho nenhuma má intenção!".

A questão é que por ser um algoritmo, as penalidades serão aplicadas automaticamente. Ás vezes, o dono do site não tem a má intenção de ser abusivo, mas se o algoritmo entender que você passou dos limites, seu site é penalizado na mesma hora. Como essa alteração está para entrar em vigor nos próximos dias, é importante repensar as práticas de SEO do seu site, e até conferir se você não está abusando delas "sem querer".

Se for penalizado, dependendo da infração, você pode desde perder algumas posições no ranking do Google até desaparecer completamente das buscas. Depois de penalizado, o que você deve fazer é consertar o erro notificado, e pedir a reinclusão de seu site e remoção da penalidade, o que pode demorar. (Se quiser saber mais sobre as penalidades, pode ler aqui)

Fonte: IDG Now

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UPDATE 02.05.2012 - O novo algoritmo do Google que citamos já começou a penalizar os sites com SEO excessivo. Veja aqui a lista completa dos sites penalizados. Até os famosos Last.fm e Digg.com entraram na dança... 


Se você está em dúvida e não quer arriscar, a New Way oferece serviços de SEO, consulte um profissional e não corra o risco de ser penalizado. Veja como funciona o nosso trabalho de SEO e agende uma visita:





terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Em ranking de 30 países, Brasil é o que mostra pior retorno para o cidadão no uso de impostos.

A arrecadação de impostos no Brasil pode ser melhor investida em benefício da população, diz estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). De 30 países observados, o Brasil está na última posição no ranking sobre aproveitamento dos recursos arrecadados, inclusive entre os sul-americanos – Argentina e Uruguai. O primeiro colocado é a Austrália, depois vêm os Estados Unidos, a Coreia do Sul, o Japão e a Irlanda.

O presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike, defendeu a redução da quantidade de impostos cobrados no país e o aperfeiçoamento na utilização dos recursos. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, Olenike disse que o resultado da pesquisa mostra que é necessário agir rapidamente.

“O Brasil, como potência que é hoje, economicamente, vem sendo o sexto maior em termos de PIB [Produto Interno Bruto] e em termos de crescimento econômico. Mas, ao mesmo tempo, não transforma isso em qualidade de vida para a população, o que é bastante lamentável”, disse Olenike.

O estudo analisou o comportamento dos consumidores e a aplicação dos recursos em 30 países. Pela ordem, os piores colocados no ranking são o Brasil, a Itália, a Bélgica, a Hungria e a França. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores consideraram a Carga Tributária de cada país, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e elaboraram o que foi chamado de Índice de Retorno de Bem Estar da Sociedade (Irbes).

De acordo com o IBPT, em 2011, o Brasil arrecadou cerca de R$ 1,5 trilhão em pagamentos de tributos. “Esse valor deveria voltar mais significativamente para a população”, defendeu Olenike. Segundo ele, um dos aspectos considerados graves pela pesquisa é que não há retorno emInvestimentos básicos para a população.

Olenike citou como exemplo Serviços relativos à educação, saúde e segurança. De acordo com ele, a classe média se vê obrigada a complementar o que o Poder Público deveria arcar. “O pessoal da classe média é obrigado a pagar uma tributação indireta e complementar, [por exemplo, pagando] o plano de saúde privado”, disse ele, citando também escolas particulares e pedágios nas estradas.
Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Fornecedores da Apple já estão fabricando o IPad 3

Os rumores sobre o que a próxima versão do tablet da Apple começaram a diminuir um pouco, o que significa que os “analistas de plantão” já meio que concordaram quanto ao que pensam que veremos no aguardado iPad 3. Confira abaixo os pontos mais prováveis:
Processador
Um novo processador é uma certeza para o iPad 3. Produtos rivais com chips muito fortes chegarão ao mercado este ano. Por isso, a próxima geração do tablet da Apple precisará de mais do que apenas uma tela bonita para ficar à frente do seu enorme grupo de concorrentes.
Apesar de haver um consenso de que o novo processador será chamado de A6, as opiniões divergem sobre se ele será um chip quad-core ou um dual-core mais potente do que o A5. No entanto, com os processadores quad-core tornando-se cada vez mais populares entre os aparelhos móveis, seria uma decepção para muitas pessoas se o iPad 3 tivesse um processador dual-core.
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iPad: nova versão deve chegar até abril, com o mesmo preço do modelo atual
Tela
Aida há um pouco de debate sobre se o iPad 3 terá uma tela "maravilhosa". A maioria dos analistas de mercado especializados na Apple concorda que o painel de 9,7 polegadas será de qualidade QXGA – 2048 x 1536pixels com 270ppi (pixels por polegada) – e terá o nome “Retina”.
Para manter seu brilho, ela precisará de duas barras de LED. Os iPads atuais possuem apenas uma barra. Como um tablet não é muito mais que uma tela (pelo menos externamente), é seguro apostar que a Apple levará a tela do iPad 3 para outro nível, afim de manter sua posição de líder no mercado de tablets.
 Bateria
Uma maior duração de bateria também é esperada no próximo iPad. Uma estimativa afirma que o tablet entregará o dobro da duração de bateria em relação ao iPad 2. No entanto, como os novos recurso do iPad 3 podem exigir mais energia – dual LED e  processador quad-core – essas estimativas de duração de bateria podem ser incorretas. Apesar de não ter sido muito comentado, existem rumores de que o próximo tablet da Apple poderá ser carregado sem a necessidade de cabos.
Câmeras
Como o último iPhone tem uma câmera de 8MP, nada mais natural do que esperar que o próximo iPad também tenha uma. No entanto, uma câmera de 5MP foi jogada na “bolsa de especulações”, o que pode significar algumas coisas. A Apple pode lançar um iPad 3 básico com uma câmera traseira de 5 MP. Ou a “maçã” pode vender o novo tablet com uma câmera traseira de 8MP e uma frontal de 5MP, o que poderia ser muito interessante para a realização de videochamadas no aparelho. Além dos 8 MP para fotos, também é esperado que o próximo iPad consiga gravar vídeos HD em 1080p.
Formato
O formato físico final do iPad 3 é uma área bagunçada entre os analistas. Alguns dizem que a terceira geração do tablet será mais grossa para acomodar a barra de LED extra, enquanto outros recorrem à história e lembram que os produtos da Apple nunca ficam mais grossos, apenas mais finos.
Outra ideia persistente quanto a isso é que a Apple vai produzir um “mini iPad” com uma tela de 7,85 polegadas, parecido com o rival Kindle Fire. No entanto, isso parece improvável por ir contra a visão da Apple de como um tablet deve ser. Ou seja, um aparelho para criação e consumo de conteúdo. Tablets de 8 polegadas são legais para consumo de conteúdo, mas não muito para a criação.
Data de lançamento e preço
As datas de lançamento dos produtos da Apple são um assunto de teorização eterna entre os analistas de mercado. Mas uma pessoa pode apostar, de forma tranquila, em um lançamento entre março e abril deste ano.
Por mais divididos que os rumores possam ser sobre o lançamento do iPad 3, é fácil concordar que o novo tablet terá o mesmo preço do anterior iPad 2. O que não está tão claro para os especuladores é o que acontecerá com a segunda geração do tablet da Apple quando o novo iPad chegar ao mercado.
Ao contrário do iPad 1, que passou para a área de aparelhos de segunda mão(refurbished, nos EUA), algumas pessoas dizem que o iPad 2 continuará a ser fabricado e vendido pela Apple, provavelmente com um preço menor do que o atual. A ideia seria enfrentar os tablets mais baratos. Esse parece ser um caminho mais lógico para a Apple, em vez de produzir um “mini iPad” mais barato.
Fonte: Mac World Brasil

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UPDATE 11/05/2012

O novo iPad chegou ao Brasil e já está disponível na Apple Store:
http://newwayinfo.blogspot.com.br/2012/05/novo-ipad-chega-ao-brasil.html