quarta-feira, 2 de maio de 2012

Google já está penalizando sites com SEO em excesso.


Para quem não sabe, SEO (Search Engine Optimization, em português Otimização para Mecanismos de Busca) é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados nos sites de busca. Essa estratégia é muito usada por empresas que desejam aumentar as visitas em seu site.  

Há algum tempo atrás, postamos uma notícia de que o Google passaria a penalizar sites com SEO em excesso. Essa notícia causou uma certa correria por parte de alguns portais que estavam se comportando de forma abusiva na internet, que corrigiram o modo como trabalhavam com SEO para melhorar seu posicionamento.  

No entanto, apesar do aviso do Google, muitos sites não alteraram suas estratégias e já foram punidos, como mostra o relatório fornecido pelo site Searchmetrics. Muitos desses sites são muito conhecidos, até no Brasil, como o Digg.com e o Last.fm. Veja aqui a lista completa dos sites punidos.

Mesmo com a recente mudança do Google, o SEO traz muitos benefícios para quem se utiliza dele: melhora o posicionamento nas páginas de busca por palavras-chave, o que gera mais visitas, e consequentemente, mais chances de novos clientes e aumento do faturamento. Se bem-feita, pode aumentar a quantidade de visitas entre 30 a 150% a mais. Se exagerada, pode acarretar uma punição do Google.

Veja abaixo quais são os itens que são realizados durante uma estratégia de otimização:
  • Arquitetura do código do site
  • Atuação no Google Analytics
  • Atuação Google Webmasters
  • Atuação Google Adwords
  • Análise técnica de sites existentes
  • Análise de palavras-chave / frases
  • Pesquisa de mercado (concorrentes)
  • Análise da densidade das palavras-chave
  • Criação de uma rede integrada de links
  • Análise e desenvolvimento do sitemap
  • Avaliação do servidor
  • Cadastro diretamente nos sites de busca (Search engine submission) 
Algumas técnicas de SEO são relativamente simples, como a análise das palavras-chave. No entanto, outras técnicas eficientes como arquitetura do código do site só podem ser feitas por um programador.

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terça-feira, 24 de abril de 2012

Entenda de um modo simples o que é Cloud Computing





Você já deve ter ouvido esse termo várias vezes, em revistas e sites sobre tecnologia, ou até mesmo navegando na internet. Mas você já entendeu o que esse termo significa? 

Afinal, o que é Cloud Computing? (ou Computação nas Nuvens)

O termo é relativamente novo (sendo usado pela primeira vez em 2008), e ainda há divergências dos especialistas da área quanto ao que realmente representa. Essa nova tecnologia, da forma em que está sendo usada atualmente, ainda está engatinhando. Mas resumindo de maneira simples, Cloud Computing consiste em utilizar aplicações diretamente da internet, sem que essas aplicações estejam instaladas em seu computador.

O e-mail, por exemplo, é um serviço que se encaixa dentro desse conceito. Você pode acessar e ler um e-mail de qualquer aparelho com internet. Mas esses e-mails não estão no seu computador mas sim em um servidor, o qual você acessa remotamente através da internet.

O Google Docs também é um exemplo de nuvem. Para editar um texto, geralmente usa-se um editor de texto como o Microsoft Word, que deve estar instalado no seu computador, e o arquivo de texto fica salvo em algum dispositivo físico. Mas no Google Docs, você escreve, edita e salva o texto no próprio Google Docs na internet, sem instalar nada no seu computador, podendo acessar o arquivo de qualquer outro aparelho com internet.

Outro exemplo é o Panda Cloud Antivírus. Ao invés de instalar o antivírus no seu computador (o que pode deixá-lo mais lento) a maior parte do trabalho de pesquisar e eliminar os vírus fica por conta do servidor que está nas nuvens, e não do processador do seu computador.

Mas qual é o interesse das empresas em Cloud Computing?

Vejamos um exemplo: visualize uma pequena empresa, com poucos computadores e um servidor. Quando o volume de informações e dados de sistema da empresa aumentar, esta deverá investir em equipamentos e fazer um upgrade em seu servidor, para um com mais capacidade de armazenamento. Se essa empresa optar pela nuvem, poderá contratar um servidor com a capacidade exata que precisa, sem ter que investir em  equipamento. Ela contrata o serviço conforme o aumento ou diminuição da demanda dos dados.

E quais os riscos do Cloud Computing?

A ideia de ter os seus dados confiados à terceiros não agrada a maioria das pessoas. Em relação às empresas, a preocupação com a confiabilidade desse serviço é ainda maior, uma vez que trata-se de informações sigilosas, como processamento de dados financeiros. Por ser um serviço relativamente novo, as empresas mantenedoras de Clouds como a Amazon, Dell, Intel e Microsoft estão cada vez mais pesquisando e investindo na segurança, privacidade e sigilo dos seus sistemas. Acredita-se que o crescimento da demanda por clouds se dará na medida em que essas questões forem sendo resolvidas e expostas com transparência para os consumidores e empresas.

Entendi. E quanto custa uma Cloud Computing?

Já existem serviços gratuitos e para os usuários comuns, como o recém lançado pelo Google, o Google Drive.
Já para empresas, recomenda-se os servidores pagos, pelo volume de dados: esse valor varia de acordo com a necessidade do sistema, capacidade de armazenamento, processador, etc. Na Rede Host, por exemplo, os valores podem variar de R$ 99 até R$ 1.799,00.

Fontes para o artigo: Rede Host, Info Wester, IDG Now 







segunda-feira, 16 de abril de 2012

Os 3 erros mais comuns das empresas em Mídias Sociais

No cenário atual, apenas ter um perfil no Facebook ou twitter não é o suficiente. Conheça abaixo os 3 erros mais comuns cometidos pelas empresas:

1) Falta de conteúdo atualizado (tanto em mídias sociais quanto sites)
Mecanismos de pesquisa priorizam sites que possuem conteúdo minimamente atual e relevante. Isso significa que um site, blog ou perfil parado há meses ou anos vai receber cada vez menos destaque.Dica: periodicidade é fundamental!

2) Eu desisto!
Isso é super comum. Algumas empresas atualizam por algumas semanas outras por até alguns meses e, aos poucos, vão diminuindo o ritmo até parar. Isso é um sinal de que não havia estratégia e objetivo claros. Dica: coloque uma meta de retorno (exemplos: contatos no site, downloads de um determinado arquivo, etc.)

3) Não responder
O nome mídia social ou rede social não é por acaso. Implica em diálogo (aliás, é a única coisa que realmente importa nas redes sociais), interação real entre duas ou mais pessoas. Responder é a base de tudo. Algumas empresas já devem ter visto a ira de alguns consumidores que não são atendidos, não é mesmo?
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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Site ou Mídias Sociais: o que é melhor para minha empresa?

Saiba como aproveitar o melhor dos dois mundos e agregar valor a sua marca

Tenho ouvido com muita frequência as seguintes frases: “Mas por que preciso estar nas mídias sociais se eu já tenho um site?” ou “Eu já tenho Twitter e Facebook, não preciso de site”.

redessociais Site e mídias sociais, onde eu preciso estar?

É interessante ver que essas perguntas não partem só da chamada “geração X”, mas também de pessoas da “geração Y”, o que, para muitos, pode soar como um escândalo. Mas, é comum achar pessoas substituindo o site por mídias sociais ou vice-versa. E essa mesma dúvida se aplica aos blogs.

Poucas pessoas devem saber, mas o conceito de mídias sociais precede até mesmo o surgimento da internet. Isso mesmo, elas já eram utilizadas, mesmo que adotando outros nomes.  Em resumo, o conceito de mídia social trata a produção de conteúdo de forma descentralizada, onde muitos produzem para muitos. As mídias sociais surgiram para dar “poder” a maioria, que se via como minoria por não poder expressar sua opinião diante dos poucos formadores de opinião que existiam.
      Com as mídias sociais, e alguns minutos, qualquer pessoa é capaz de criar um blog, Twitter, Facebook, entre outras ferramentas, e sair por aí escrevendo sobre assuntos dos quais possui afinidade.

Mídias Sociais vs Site
Justamente nesse ponto está o grande diferencial de um site para as mídias sociais. No site existe um compromisso com determinado público, seja fornecedor, cliente ou até mesmo parceiro, coisa que nas mídias sociais podem ser deixadas de lado. Pois nessas ferramentas você tem a oportunidade se aproximar do cliente, falando a mesma linguagem dele, e dando abertura para que ele se sinta acolhido.

Redes Sociais
Nas redes sociais, a marca tem a oportunidade de comunicar-se com seu público, e, em contra partida, receber o feedback. Em virtude da praticidade e da rapidez, essa opção acaba se tornando a mais adotada entre as empresas na hora de mensurar a aceitação de determinado produto ou criar engajamento com a marca.
      As redes sociais são ferramentas de auxílio a marca, e devem ser utilizadas, em parceria com o site. Elas são excelentes canais de promoção do conteúdo produzido, e também um meio de gerar tráfego para seu site.

Conclusão 
Não há como escolher entre site e mídias sociais. Qualquer empresa que deseja colocar sua imagem na internet precisa ir de encontro ao seu público e, atualmente, as mídias sociais concentram grande parte da população que detém o poder econômico da sociedade.
      É preciso então estudar as possibilidades, assim como o conceito de cada mídia social, identificando assim quais vão de encontro a sua necessidade. Pois mais do que estar em todas elas, é estar bem posicionado nas principais.

Extraído de MídiaSocial.net

terça-feira, 3 de abril de 2012

O E-mail marketing em 2012

Embalado pelo potencial dos aplicativos móveis e pela mídia social, o e-mail marketing permanece, em 2012, como uma ferramenta privilegiada de comunicação e relacionamento. No entanto, em uma época de hiperconectividade, em que a atenção do consumidor é bombardeada por estímulos múltiplos, o tempo se transformou em artigo de luxo.

O sucesso das campanhas de e-mail marketing exigirá muito critério e disposição para inovar. O novo ano começa com importantes desafios para as ações digitais, como Qualidade da base de dados, Maiores índices de conversão e Onipresença.

 

Qualidade da base de dados
O uso de uma base de dados higienizada, opt-in e em concordância com as boas práticas de e-mail marketing é uma questão antiga que permanece atual como nunca no Brasil. A prática de spam segue em alta por aqui e integramos, ao lado da China e da Rússia, a trinca dos campeões de fraudes nos e-mails. O uso de bases de dados inconsistentes irrita os consumidores, prejudica a credibilidade dos remetentes e compromete os resultados das ações de e-mail marketing. Embora o Brasil tenha evoluído e obtido vitórias importantes, como o Código de Autorregulamentação das Boas Práticas de E-mail Marketing, a conscientização sobre os efeitos deletérios das bases de má qualidade precisa continuar em 2012. Ainda temos muito campo para avançar.

Maiores índices de conversão
Só o mailing certo não basta. Além da base de contatos higienizada e do timing correto, cabe às marcas saber utilizar as ações de e-mail marketing para conhecer melhor o cliente, encantá-lo e, assim, convencê-lo a adquirir o seu produto e serviço, de preferência com boas recomendações. Para ir além dos índices de clique e abertura, aproveite o e-mail marketing para literalmente “mergulhar” no universo dos consumidores, aumentar o seu poder de influência na web e, consequentemente, aumentar o índice de conversão de suas ações de e-mail marketing.

Onipresença
Com o bombardeio diário de estímulos que não pára de aumentar, o tempo tornou-se o bem mais disputado por marcas e organizações. No hiperconcorrido universo da web, ganha quem conseguir prender a atenção dos consumidores. Reveja os conceitos do passado. Se antigamente o apego emocional funcionava para cativar novos clientes e fidelizados, hoje o cenário mudou, e muito. Com a diversidade dos canais de comunicação, é necessário estar onde o consumidor está – ele não tem mais tempo para ir atrás de suas marcas preferidas.

Portanto, não adote uma postura passiva. Aproveite o potencial de interação do e-mail marketing e não se restrinja ao trivial. Prepare ações de e-mail marketing especiais para aplicativos móveis, replique as mensagens do Twitter, no Facebook e em outras redes sociais. Quanto mais sua empresa se fizer presente, maiores são as chances de obter bons resultados.



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segunda-feira, 26 de março de 2012

Blog corporativo, uma excelente ferramenta para sua empresa

Não basta mais estar presente nas mídias sociais, é preciso produzir conteúdo de qualidade
Existe uma pequena falha no conceito, principalmente de pequenas e médias empresas, de que um blog corporativo seja um desperdício de tempo e de recursos.
Fotolia 9218261 S Blog corporativo, uma excelente ferramenta para sua empresa
Mas a realidade é que os blogs são uma grande ferramenta de interação, seja com seus usuários ou clientes. Quando utilizado de forma eficaz, um blog ativo e com conteúdo útil pode atrair um grande número de clientes potenciais. Capaz até mesmo de ser mais eficaz do que ações de marketing direto e práticas tradicionais de publicidade.
Segundo pesquisa da Hubspot, 57% das empresas, que estão inseridas no contexto de blogs, adquirem um cliente através desa ferramenta a cada dia. Entre os principais benefícios de um blog corporativo, podemos destacar:
Propriedade e autoridade no segmento
Neste ponto você pode utilizar seu blog para educar seus clientes quanto o uso de produtos ou dicas sobre serviços, demonstrando assim, efetivamente, seu domínio e autoridade perante aos leitores. Fazendo essa educação, você estará prestando um serviço gratuito, que pode gerar serviços geradores de receitas para os mesmos clientes, e até para si mesmo.
Facilidade na comunicação bidirecional
É uma excelente maneira de ouvir seus clientes e ter um feedback mais preciso dos seus serviços e produtos oferecidos. Isso é algo novo na realidade de algumas empresas, pois o site, muitas vezes, se trata de um canal de comunicação unilateral, dificultando a comunicação entre empresa e cliente. Além disso, pode tomar conhecimento, mais facilmente, de problemas, sugestões e elogios por parte dos clientes.
SEO: Search Engine Optimization avançado 
Blogs corporativos podem ter um grande impacto no seu SEO. Além disso, ele também tem o potencial para direcionar o tráfego de outros blogs, sites, feeds RSS e redes sociais. Desta forma, o blog tornou-se mais do que uma necessidade para indivíduos e empresas, passando a fazer parte integrante de uma boa estratégia de SEO
Coletivamente, então, há muitos benefícios para  os blogs de negócios:
  • O blog melhora sua posição no Google e outros motores de busca.
  • Ajuda a estabelecer a sua autoridade e reputação em seu nicho.
  • Recebe toneladas de tráfego que você pode ter como alvo para seus produtos ou redirecionar para o seu site.
  • Excelente forma de construir a sua lista de e-mail com leitores assíduos que assinam seu canal e, através disso alimentar sua newsletter.
Em resumo, se você não está blogando, comece agora. Atualmente, não é suficiente apenas ter um blog, é preciso estar presente de forma regular, postando conteúdo de qualidade e interagindo com os usuários.
Se sua empresa ainda não tem um blog corporativo, comece com os melhores profissionais. A WB3 Agência oferece serviços de gestão de conteúdo, acesse www.wb3agencia.com.br e agende uma visita.

terça-feira, 20 de março de 2012

Google vai penalizar sites com SEO em excesso

Atualmente, é muito comum a prática de SEO pelas empresas, que são estratégias de otimização para motores de buscas. Ou seja: são estratégias para aparecer melhor nas buscas de sites de busca como o Google. Isso inclui troca de links, uso de várias palavras-chave na mesma página, entre outros. 

Mas existem sites que abusam tanto do SEO que isso se torna ilícito e abusivo, fazendo com que sites de conteúdo duvidoso apareçam melhor nas buscas do que sites com conteúdo útil. Isso incomoda os usuários, que acabam tendo que procurar por várias páginas do Google até que encontrem o que realmente estão procurando. 

Pensando nisso, o Google vai passar a penalizar os sites com práticas de SEO abusiva. O engenheiro do Google, Matt Cutts, revelou durante uma apresentação na SXSW que estão trabalhando em uma mudança no algoritmo de busca pra tornar os resultados mais precisos para os usuários. Essa alteração vai penalizar automaticamente os sites muito otimizados.

"Mas eu nem faço SEO no meu site!" você deve estar pensando. Ou então, "Eu uso algumas estratégias como troca de links, mas não tenho nenhuma má intenção!".

A questão é que por ser um algoritmo, as penalidades serão aplicadas automaticamente. Ás vezes, o dono do site não tem a má intenção de ser abusivo, mas se o algoritmo entender que você passou dos limites, seu site é penalizado na mesma hora. Como essa alteração está para entrar em vigor nos próximos dias, é importante repensar as práticas de SEO do seu site, e até conferir se você não está abusando delas "sem querer".

Se for penalizado, dependendo da infração, você pode desde perder algumas posições no ranking do Google até desaparecer completamente das buscas. Depois de penalizado, o que você deve fazer é consertar o erro notificado, e pedir a reinclusão de seu site e remoção da penalidade, o que pode demorar. (Se quiser saber mais sobre as penalidades, pode ler aqui)

Fonte: IDG Now

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UPDATE 02.05.2012 - O novo algoritmo do Google que citamos começou a penalizar os sites com SEO excessivo. Veja aqui a lista completa dos sites penalizados. Até os famosos Last.fm e Digg.com entraram na dança... 


Se você está em dúvida e não quer arriscar, a New Way oferece serviços de SEO, consulte um profissional e não corra o risco de ser penalizado. Veja como funciona o nosso trabalho de SEO e agende uma visita: