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terça-feira, 31 de julho de 2012

Lojas virtuais lentas perdem para a concorrência

Uma pesquisa realizada em Dezembro pela Compuware em parceria com a Equation Research aponta que 78% dos consumidores de lojas virtuais que enfrentam lentidão ou problemas em transações migram para a concorrência.
O estudo aponta, ainda, que 33% dos usuários que optaram por compras online enfrentaram lentidão e problemas de transação nos períodos de pico de consumo.
A pesquisa também mostra que 41% dos consumidores toleram apenas uma ou duas más experiências online antes de abandonar definitivamente um site de varejo.
Outros 15% consideram que este é um problema inaceitável. Isto significa que, além de interferir diretamente nos cerca de US$ 1.050 que cada consumidor online gasta anualmente, problemas no desempenho também impactam negativamente na marca.

Já 47% dos usuários entrevistados relataram ter uma percepção menos positiva das companhias quando têm problemas no acesso.
“Fica claro que quando encontram problemas no desempenho, automaticamente a paciência e a fidelidade diminuem”, avalia Arnaldo Murassaki, country manager da Compuware no Brasil.
Ainda segundo o executivo, quando um consumidor deixa um site, as chances de voltar depois de uma experiência negativa são praticamente zero.
“Poucos varejistas podem se permitir perder negócios desta maneira”, avalia Murassaki
O estudo analisou 1.538 consumidores norte-americanos que compraram produtos ou serviços online nos últimos nove meses. As entrevistas foram conduzidas entre os dias 16 e 22 de dezembro de 2009.
Brasil
Dos 66 milhões de internautas brasileiros, mais de 31 milhões já visitaram sites de e-commerce e cerca de 12 milhões realizaram compras utilizando esta plataforma, de acordo com números do E-bit.
No entanto, apenas 6% dos comerciantes físicos estão presentes no varejo virtual.

Fonte: E-Commerce News

quinta-feira, 17 de maio de 2012

93% dos usuários de Internet já fizeram compra on-line


Mais que a opinião de parentes e amigos, é a internet a maior influenciadora na hora de se decidir por uma compra

Cada vez mais, os brasileiros trocam as lojas físicas pelo consumo em poucos cliques. Noventa e três por cento dos usuários de internet no Brasil já realizaram compras online, sendo que 62% o fazem todo os meses. Os dados fazem parte da pesquisa sobre o comportamento do e-consumidor brasileiro realizada pela Hi-Mídia.

De acordo com o estudo, mais do que ouvir a opinião de parentes e amigos, 77% dos entrevistados afirmaram que adquirem informações sobre os produtos em sites de busca, redes sociais, blogs ou sites institucionais das empresas. "E mesmo quando a compra não é realizada pela internet, a consulta de informações na rede é considerada essencial no processo de decisão, o que torna necessária a presença digital mesmo para marcas que não utilizam o canal de venda online diretamente", afirma Bruno Maletta, sócio da M. Sense.


Perfil do e-consumidor


93% dos entrevistados das classes C/D/E já são e-consumidores, contra 90% dos pertencentes às classes A/B. 96% dos entrevistados entre 25 a 29 anos consomem online, contra 94% dos que têm até 24 anos e 93% dos que possuem entre 40 e 49 anos. O Nordeste é a região campeã – 96% dos entrevistados realizam compras online, contra 92% dos habitantes das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste/Norte. Entre os homens, 94% fazem compras online, contra 91% das mulheres entrevistadas.

Preço e comodidade


Sessenta e oito por cento dos internautas compram online por causa do preço (principalmente entre os homens) e 56% por conta da comodidade (mais citado pelas mulheres). Variedade dos produtos, facilidade de pagamento e  busca de informações e dicas também foram apontadas pelos entrevistados como principais motivos para comprar online. A pesquisa aponta que praticamente todos os consumidores comparam preços na internet antes de fazer suas compras, independente se as realizarão em lojas físicas ou online.

Produtos


Eletrodomésticos e artigos de informática ainda são os campeões de compra, citados por 76% dos entrevistados, seguidos dos eletrodomésticos (56%), de livros e revistas (39%), de roupas, acessórios e calçados (34%). Americanas.com, lembrada por 22% dos entrevistados, e Submarino, com 16%, encabeçam o top of mind, tanto entre usuários das classes A/B quanto entre os da classe C. Já os alimentos e bebidas ainda sofrem rejeição, sendo apontados por 34% como um produto que eles não comprariam online, seguido de joias (29%), automóveis e autopeças (24%) e flores (23%). A alegação dos usuários é que precisam avaliar os produtos pessoalmente.

E-mail marketing


Um em cada cinco usuários entrevistados sente-se irritado quando encontra publicidade em suas caixas de e-mail e 47% consideram-se invadidos quando recebem e-mails para os quais não deram autorização. Porém, 49% querem ter acesso a mais ofertas relevantes por e-mail e 54% afirmam que lojas e sites de compras coletivas deveriam enviar apenas ofertas personalizadas, indicando que o e-mail marketing pode ser uma das melhores formas de contato com o consumidor, desde que trabalhado corretamente. “O consumidor online deseja que as empresas entendam e respeitem seus hábitos de consumo. Nesse cenário, a segmentação e a personalização de ofertas e conteúdo se tornam cada vez mais relevantes para o sucesso da relação entre as marcas e os e-consumidores”, afirma Julien Turri, CEO da Hi-Mídia.