quinta-feira, 17 de maio de 2012

93% dos usuários de Internet já fizeram compra on-line


Mais que a opinião de parentes e amigos, é a internet a maior influenciadora na hora de se decidir por uma compra

Cada vez mais, os brasileiros trocam as lojas físicas pelo consumo em poucos cliques. Noventa e três por cento dos usuários de internet no Brasil já realizaram compras online, sendo que 62% o fazem todo os meses. Os dados fazem parte da pesquisa sobre o comportamento do e-consumidor brasileiro realizada pela Hi-Mídia.

De acordo com o estudo, mais do que ouvir a opinião de parentes e amigos, 77% dos entrevistados afirmaram que adquirem informações sobre os produtos em sites de busca, redes sociais, blogs ou sites institucionais das empresas. "E mesmo quando a compra não é realizada pela internet, a consulta de informações na rede é considerada essencial no processo de decisão, o que torna necessária a presença digital mesmo para marcas que não utilizam o canal de venda online diretamente", afirma Bruno Maletta, sócio da M. Sense.


Perfil do e-consumidor


93% dos entrevistados das classes C/D/E já são e-consumidores, contra 90% dos pertencentes às classes A/B. 96% dos entrevistados entre 25 a 29 anos consomem online, contra 94% dos que têm até 24 anos e 93% dos que possuem entre 40 e 49 anos. O Nordeste é a região campeã – 96% dos entrevistados realizam compras online, contra 92% dos habitantes das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste/Norte. Entre os homens, 94% fazem compras online, contra 91% das mulheres entrevistadas.

Preço e comodidade


Sessenta e oito por cento dos internautas compram online por causa do preço (principalmente entre os homens) e 56% por conta da comodidade (mais citado pelas mulheres). Variedade dos produtos, facilidade de pagamento e  busca de informações e dicas também foram apontadas pelos entrevistados como principais motivos para comprar online. A pesquisa aponta que praticamente todos os consumidores comparam preços na internet antes de fazer suas compras, independente se as realizarão em lojas físicas ou online.

Produtos


Eletrodomésticos e artigos de informática ainda são os campeões de compra, citados por 76% dos entrevistados, seguidos dos eletrodomésticos (56%), de livros e revistas (39%), de roupas, acessórios e calçados (34%). Americanas.com, lembrada por 22% dos entrevistados, e Submarino, com 16%, encabeçam o top of mind, tanto entre usuários das classes A/B quanto entre os da classe C. Já os alimentos e bebidas ainda sofrem rejeição, sendo apontados por 34% como um produto que eles não comprariam online, seguido de joias (29%), automóveis e autopeças (24%) e flores (23%). A alegação dos usuários é que precisam avaliar os produtos pessoalmente.

E-mail marketing


Um em cada cinco usuários entrevistados sente-se irritado quando encontra publicidade em suas caixas de e-mail e 47% consideram-se invadidos quando recebem e-mails para os quais não deram autorização. Porém, 49% querem ter acesso a mais ofertas relevantes por e-mail e 54% afirmam que lojas e sites de compras coletivas deveriam enviar apenas ofertas personalizadas, indicando que o e-mail marketing pode ser uma das melhores formas de contato com o consumidor, desde que trabalhado corretamente. “O consumidor online deseja que as empresas entendam e respeitem seus hábitos de consumo. Nesse cenário, a segmentação e a personalização de ofertas e conteúdo se tornam cada vez mais relevantes para o sucesso da relação entre as marcas e os e-consumidores”, afirma Julien Turri, CEO da Hi-Mídia.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Novo iPad chega ao Brasil

Chegou ao Brasil o tão esperado novo iPad! Os rumores eram de que eles estariam entre  R$ 1.560 e R$ 2.389 mas eles estão com o preço abaixo do estimado: entre R$ 1549 e R$ 2.299 (valor a prazo, valor à vista pode variar de loja para loja).

Você já pode comprar o novo iPad on-line na Apple Store, na Fast Shop, no Submarino, na FNac e no Ponto Frio

Nas lojas físicas, a Tim é a única operadora a oferecer o produto no Brasil. Os preços variam entre R$ 1.406,82 a R$ 2.299, do modelo mais barato, de 16 GB apenas com Wi-Fi, ao modelo mais caro, de 64 GB com 4G.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O Perfil do Consumidor na Web

Sua empresa de varejo já possui uma loja on-line?

Veja os números desse infográfico realizado através de pesquisas de consumidor e verifique se não está na hora de considerar essa opção:

(Clique na imagem para aumentar)


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Google já está penalizando sites com SEO em excesso.


Para quem não sabe, SEO (Search Engine Optimization, em português Otimização para Mecanismos de Busca) é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados nos sites de busca. Essa estratégia é muito usada por empresas que desejam aumentar as visitas em seu site.  

Há algum tempo atrás, postamos uma notícia de que o Google passaria a penalizar sites com SEO em excesso. Essa notícia causou uma certa correria por parte de alguns portais que estavam se comportando de forma abusiva na internet, que corrigiram o modo como trabalhavam com SEO para melhorar seu posicionamento.  

No entanto, apesar do aviso do Google, muitos sites não alteraram suas estratégias e já foram punidos, como mostra o relatório fornecido pelo site Searchmetrics. Muitos desses sites são muito conhecidos, até no Brasil, como o Digg.com e o Last.fm. Veja aqui a lista completa dos sites punidos.

Mesmo com a recente mudança do Google, o SEO traz muitos benefícios para quem se utiliza dele: melhora o posicionamento nas páginas de busca por palavras-chave, o que gera mais visitas, e consequentemente, mais chances de novos clientes e aumento do faturamento. Se bem-feita, pode aumentar a quantidade de visitas entre 30 a 150% a mais. Se exagerada, pode acarretar uma punição do Google.

Veja abaixo quais são os itens que são realizados durante uma estratégia de otimização:
  • Arquitetura do código do site
  • Atuação no Google Analytics
  • Atuação Google Webmasters
  • Atuação Google Adwords
  • Análise técnica de sites existentes
  • Análise de palavras-chave / frases
  • Pesquisa de mercado (concorrentes)
  • Análise da densidade das palavras-chave
  • Criação de uma rede integrada de links
  • Análise e desenvolvimento do sitemap
  • Avaliação do servidor
  • Cadastro diretamente nos sites de busca (Search engine submission) 
Algumas técnicas de SEO são relativamente simples, como a análise das palavras-chave. No entanto, outras técnicas eficientes como arquitetura do código do site só podem ser feitas por um programador.

Quer aumentar as visitas do seu site? Aproveite todos os benefícios da melhor forma, sem correr riscos:  procure profissionais especializados. Visite nosso site e conheça mais sobre o nosso serviço de SEO.


terça-feira, 24 de abril de 2012

Entenda de um modo simples o que é Cloud Computing





Você já deve ter ouvido esse termo várias vezes, em revistas e sites sobre tecnologia, ou até mesmo navegando na internet. Mas você já entendeu o que esse termo significa? 

Afinal, o que é Cloud Computing? (ou Computação nas Nuvens)

O termo é relativamente novo (sendo usado pela primeira vez em 2008), e ainda há divergências dos especialistas da área quanto ao que realmente representa. Essa nova tecnologia, da forma em que está sendo usada atualmente, ainda está engatinhando. Mas resumindo de maneira simples, Cloud Computing consiste em utilizar aplicações diretamente da internet, sem que essas aplicações estejam instaladas em seu computador.

O e-mail, por exemplo, é um serviço que se encaixa dentro desse conceito. Você pode acessar e ler um e-mail de qualquer aparelho com internet. Mas esses e-mails não estão no seu computador mas sim em um servidor, o qual você acessa remotamente através da internet.

O Google Docs também é um exemplo de nuvem. Para editar um texto, geralmente usa-se um editor de texto como o Microsoft Word, que deve estar instalado no seu computador, e o arquivo de texto fica salvo em algum dispositivo físico. Mas no Google Docs, você escreve, edita e salva o texto no próprio Google Docs na internet, sem instalar nada no seu computador, podendo acessar o arquivo de qualquer outro aparelho com internet.

Outro exemplo é o Panda Cloud Antivírus. Ao invés de instalar o antivírus no seu computador (o que pode deixá-lo mais lento) a maior parte do trabalho de pesquisar e eliminar os vírus fica por conta do servidor que está nas nuvens, e não do processador do seu computador.

Mas qual é o interesse das empresas em Cloud Computing?

Vejamos um exemplo: visualize uma pequena empresa, com poucos computadores e um servidor. Quando o volume de informações e dados de sistema da empresa aumentar, esta deverá investir em equipamentos e fazer um upgrade em seu servidor, para um com mais capacidade de armazenamento. Se essa empresa optar pela nuvem, poderá contratar um servidor com a capacidade exata que precisa, sem ter que investir em  equipamento. Ela contrata o serviço conforme o aumento ou diminuição da demanda dos dados.

E quais os riscos do Cloud Computing?

A ideia de ter os seus dados confiados à terceiros não agrada a maioria das pessoas. Em relação às empresas, a preocupação com a confiabilidade desse serviço é ainda maior, uma vez que trata-se de informações sigilosas, como processamento de dados financeiros. Por ser um serviço relativamente novo, as empresas mantenedoras de Clouds como a Amazon, Dell, Intel e Microsoft estão cada vez mais pesquisando e investindo na segurança, privacidade e sigilo dos seus sistemas. Acredita-se que o crescimento da demanda por clouds se dará na medida em que essas questões forem sendo resolvidas e expostas com transparência para os consumidores e empresas.

Entendi. E quanto custa uma Cloud Computing?

Já existem serviços gratuitos e para os usuários comuns, como o recém lançado pelo Google, o Google Drive.
Já para empresas, recomenda-se os servidores pagos, pelo volume de dados: esse valor varia de acordo com a necessidade do sistema, capacidade de armazenamento, processador, etc. Na Rede Host, por exemplo, os valores podem variar de R$ 99 até R$ 1.799,00.

Fontes para o artigo: Rede Host, Info Wester, IDG Now 







segunda-feira, 16 de abril de 2012

Os 3 erros mais comuns das empresas em Mídias Sociais

No cenário atual, apenas ter um perfil no Facebook ou twitter não é o suficiente. Conheça abaixo os 3 erros mais comuns cometidos pelas empresas:

1) Falta de conteúdo atualizado (tanto em mídias sociais quanto sites)
Mecanismos de pesquisa priorizam sites que possuem conteúdo minimamente atual e relevante. Isso significa que um site, blog ou perfil parado há meses ou anos vai receber cada vez menos destaque.Dica: periodicidade é fundamental!

2) Eu desisto!
Isso é super comum. Algumas empresas atualizam por algumas semanas outras por até alguns meses e, aos poucos, vão diminuindo o ritmo até parar. Isso é um sinal de que não havia estratégia e objetivo claros. Dica: coloque uma meta de retorno (exemplos: contatos no site, downloads de um determinado arquivo, etc.)

3) Não responder
O nome mídia social ou rede social não é por acaso. Implica em diálogo (aliás, é a única coisa que realmente importa nas redes sociais), interação real entre duas ou mais pessoas. Responder é a base de tudo. Algumas empresas já devem ter visto a ira de alguns consumidores que não são atendidos, não é mesmo?
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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Site ou Mídias Sociais: o que é melhor para minha empresa?

Saiba como aproveitar o melhor dos dois mundos e agregar valor a sua marca

Tenho ouvido com muita frequência as seguintes frases: “Mas por que preciso estar nas mídias sociais se eu já tenho um site?” ou “Eu já tenho Twitter e Facebook, não preciso de site”.

redessociais Site e mídias sociais, onde eu preciso estar?

É interessante ver que essas perguntas não partem só da chamada “geração X”, mas também de pessoas da “geração Y”, o que, para muitos, pode soar como um escândalo. Mas, é comum achar pessoas substituindo o site por mídias sociais ou vice-versa. E essa mesma dúvida se aplica aos blogs.

Poucas pessoas devem saber, mas o conceito de mídias sociais precede até mesmo o surgimento da internet. Isso mesmo, elas já eram utilizadas, mesmo que adotando outros nomes.  Em resumo, o conceito de mídia social trata a produção de conteúdo de forma descentralizada, onde muitos produzem para muitos. As mídias sociais surgiram para dar “poder” a maioria, que se via como minoria por não poder expressar sua opinião diante dos poucos formadores de opinião que existiam.
      Com as mídias sociais, e alguns minutos, qualquer pessoa é capaz de criar um blog, Twitter, Facebook, entre outras ferramentas, e sair por aí escrevendo sobre assuntos dos quais possui afinidade.

Mídias Sociais vs Site
Justamente nesse ponto está o grande diferencial de um site para as mídias sociais. No site existe um compromisso com determinado público, seja fornecedor, cliente ou até mesmo parceiro, coisa que nas mídias sociais podem ser deixadas de lado. Pois nessas ferramentas você tem a oportunidade se aproximar do cliente, falando a mesma linguagem dele, e dando abertura para que ele se sinta acolhido.

Redes Sociais
Nas redes sociais, a marca tem a oportunidade de comunicar-se com seu público, e, em contra partida, receber o feedback. Em virtude da praticidade e da rapidez, essa opção acaba se tornando a mais adotada entre as empresas na hora de mensurar a aceitação de determinado produto ou criar engajamento com a marca.
      As redes sociais são ferramentas de auxílio a marca, e devem ser utilizadas, em parceria com o site. Elas são excelentes canais de promoção do conteúdo produzido, e também um meio de gerar tráfego para seu site.

Conclusão 
Não há como escolher entre site e mídias sociais. Qualquer empresa que deseja colocar sua imagem na internet precisa ir de encontro ao seu público e, atualmente, as mídias sociais concentram grande parte da população que detém o poder econômico da sociedade.
      É preciso então estudar as possibilidades, assim como o conceito de cada mídia social, identificando assim quais vão de encontro a sua necessidade. Pois mais do que estar em todas elas, é estar bem posicionado nas principais.

Extraído de MídiaSocial.net